sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Frases célebres do Tim Maia - Para começar leve 2010...

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“Este país não pode dar certo. Aqui prostituta se apaixona, cafetão
tem ciúme, traficante se vicia e pobre é de direita”

“Eu não agüento mais a imprensa. Ela está mais preta do que marrom.
Todo jornalista gostaria de ser artista, todo redator é aquele que não
conseguiu ser escritor e todo mundo quer ser cantor”

“Não saio com mulheres famosas pois não pago acima da tabela”

“Se não fosse obrigado, não andaria de jeito nenhum de avião.
Antigamente, eu tomava uns goles para enfrentar. Teve vôo em que, se
deixassem, eu até pilotava o avião”

“Eu poderia ser ministro da Cultura, e não esses que andam por aí. Sou
um músico que conhece a realidade. Eu já comi churrasquinho de gato,
tomando ácido com Ki-Suco”

“O FHC seria um ótimo ministro das Comunicações, da Educação. Mas não
tem experiência física nem psicológica nem espiritual para ser
presidente”

“Eu sou o bispo Tim Maia e tenho meus adeptos. Chamo os ‘doidões’ para
o Circo Voador e faço o meu show”

“Não fumo, não bebo e não cheiro, mas às vezes minto um pouquinho”

“Qualquer experiência religiosa é prejudicial ao ser humano. E
qualquer experiência de extravaso é benéfica ao ser humano”

“Todo brasileiro deveria ter acesso a lagostas grelhadas”

“Se eu pudesse, só cantava. Quando eu páro de cantar, faço besteira”

“Quando me sinto solitário, contrato prostitutas para passar a noite e
nem toco nelas”

“Com duas garrafas de uísque, canto até de manhã”

“Michael Jackson é um corruptor de menores sem-vergonha”

“Maconha não chega a ser nem um entorpecente, é um estupeficante”

“Tudo é tudo e nada é nada”

“O Brasil é uma terra de mestiço pirado querendo ser puro-sangue”

“Passou de branco, preto é. Não existe este negócio de mulato. Mulato
pra mim é cor de mula”.

“Gosto de cantar com sentimentos. Se você não transmitir sentimento,
não atinge ninguém”.

“Gostaria de subir em luz”

“É só começar a fazer songbook que o cara falece. Esse negócio de
biografia também é um pé na cova.”

“A demagogia é a pior das mentiras, porque é uma mentira mentirosa.”

“O mundo só será bom no dia que todo o dinheiro acabar. Mas que não me
falte nenhum enquanto isso não acontece.”

“É engraçado. Às vezes, a gente fica pensado que está amando, que está
sendo amado, e que encontrou tudo que a vida poderia oferecer. Em cima
disso, a gente constrói nossos sonhos, nossos castelos e cria um mundo
de encanto, onde tudo é belo. Até que a mulher que a gente ama vacila
e põe tudo a perder.”

“Os meus cachorros são os meus melhores amigos”

“Tá todo mundo à vontade aí? Porque nós aqui já estamos!” (proferida
na estréia do seu show ‘O Som e o Sonho de Tim Maia’, no Teatro da
Praia em Copacabana, 1971. ‘Estar à vontade’ era um código de
maconheiros na época)

“Fiz uma dieta rigorosa. Cortei álcool, gorduras e açúcar. Em duas
semanas, perdi 14 dias” (em 1973, quando ousou perder peso num
tratamento ‘revolucionário’ numa clínica em Bonsucesso, onde só tomava
caldinhos, papas, sucos e comia folhas)

“Porra, mermão, já começou? Até na casa do governador o som é uma
merda?” (em 1976, de volta à fase soul, na festa de aniversário da
filha do governador Chagas Freitas)

“O problema do gordo é que quando ele beija, não penetra. E quando
penetra, não beija” (quando passou dos três dígitos de peso, nos anos
70)

“Eu tô aqui fazendo esse show pra Brahma, mas eu gosto mesmo é de um
guaraná Antarctica” (falou da concorrente, à la Vicente Matheus, e
perdeu um pacote de 60 shows que estavam sendo fechados com a
cervejeira. Os shows foram para Roberto Carlos, com quem Tim brigou no
começo da carreira)

“Esse cara faz esses arranjos quatro-quatro-meia e assim não dá pra
cantar!” (reclamando do arranjador Miguel Cidras para Guti Carvalho,
durante a gestação do disco ‘Tim Maia Disco Club’. Ele e Miguel saíram
na porrada e o argentino foi despedido. Em seu lugar, entrou Lincoln
Olivetti)

“Manda o povo descer que eu faço o show aqui na praça!” (para Nelson
Motta, por telefone, quando disse que não subiria no bondinho do Pão
de Açúcar para cantar no Noites Cariocas, que estava lotado)

“O segredo do meu sucesso é o equilíbrio: metade das minhas músicas é
esquenta-sovaco e a outra metade é mela-cueca”

“Esse espanhol é do ETA (Exploradores do Talento Alheio)! É um
escravagista! Ele merece!” (confabulando com Tibério Gaspar sobre uma
‘operação punitiva’ ao empresário Chico Recarey, dono do Scala. Num
show, Tim convidou garis, mendigos, flanelinhas, garagistas e
porteiros e os colocou na primeira fila)

“O meu vestido não ficou pronto” (ironizando Gal Costa, que deu esta
desculpa para não gravar com Tim o clipe de ‘Um Dia de Domingo’ para o
Fantástico, da Rede Globo)

“Ganhar pra foder com o Tim Maia é fácil. Quero ver é dar pro
Sebastião.” (comentário que fazia com os amigos, porque ele sempre se
servia de prostitutas e pedia que elas só o chamassem por Sebastião.
Antes, durante e depois.)

“Aí pessoal, dizem que o Nelson Gonçalves parou… de fazer show em São
João de Meriti, né?” (em show no Canecão, sarcástico como nunca, sobre
o comentário do veterano cantor e sua luta para vencer o vício da
cocaína)

“A diferença entre eu e o Dicró é que no meu show todo mundo vai e eu
não vou; no dele, ele vai, mas não vai ninguém” (atirando no pagodeiro
Dicró, que teria dado razão ao Canecão no cancelamento de um show de
Tim em fins de 1986)

“Que beleza, um show de Tim Maia pelo preço de um grama de pó” (na sua
estréia no People)

“Uma fileirinha, dois tapinhas e duas doses. Senta o pau, Vitória Régia!”

“Édipo, você é glorioso. A Vera Fischer é a coisa mais linda do
mundo!” (elogiando Felipe Camargo, que estava com sua então mulher na
platéia de um show de Tim no Hotel Nacional, 1989)

“O que nós temos de melhor no Brasil são a música, o futebol, o jogo
do bicho, a batata doce e o baseado – temos que exportar isso. E ainda
temos o Maguila, que vai matar o Mike Tyson. De susto, mas vai.” (em
sua divertidíssima entrevista de lançamento de sua ‘candidatura’ a
prefeito da Barra da Tijuca pelo PLG – Partido Liberou Geral)

“Eu quero parabenizar o presidente Collor, que está fazendo a campanha
‘Diga Não às Drogas’. Eu acho que é isso mesmo, deixa pra quem gosta,
porque já está escasso nas bocas!” (em 1990, no show de bossa nova na
boate Un, Deux, Trois, de seu ‘canalha de estimação’ Chico Recarey)

“Só gravei bossa nova para sacanear o João Gilberto.”

“Tudo que sei sobre tóxicos aprendi nos livros.”

“Então você é uma aerovelha!” (sacaneando uma aeromoça que se recusava
a lhe dar gelo para o uísque que, por conta própria, levou para uma
viagem de avião. É sabido que Tim odiava andar de avião desde que em
1970 cheirou uma carreira de cocaína no banheiro de um Samurai da VASP
e saiu de maca da aeronave)

“Eu gostaria de fazer uma homenagem ao meu urologista, o Dr. Edson,
que me deixou ereto para o resto da vida.” (em pleno Prêmio Sharp de
Música, em referência à operação que foi submetido em razão de uma
infecção no saco escrotal)

“Dos artistas do Rio, metade é preto que acha que é intelectual e
metade é intelectual que acha que é preto”

“Mais grave! Mais agudo! Mais eco! Mais retorno! Mais tudo!”
(queixando-se para o técnico de som, nos shows)

“Com os acordes que tem em uma música do Tom Jobim dá para fazer umas
cinqüenta.”

“Agradeço à minha mãe, Maria Imaculada, meus sobrinhos, os padres
capuchinhos e os trombadinhas da praça da Bandeira. Apesar de ter
feito um comercial para a Mitsubishi, a Sharp mora no meu coração. Boa
noite.” (ao receber o Prêmio Sharp de 1991).
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