domingo, 27 de fevereiro de 2011

Da República sindicalista à República terrorista

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"Carlotto, Cristina, Dilma e Bonafini: relembrando o passado terrorista"






Dona Dilma finge governar democraticamente, enquanto segue dando continuidade aos projetos revanchistas e de implantação do comunismo do governo anterior do qual é cria e mentora ao mesmo tempo.

Quando a atual presidente do Brasil tomou posse houve muito entusiasmo, até por parte de militares, diante de seu gesto de "quebrar o protocolo" e sair para beijar o pavilhão nacional durante a revista às tropas. Ao contrário dos que creram que aquilo era um "sinal de mudança", me pareceu parte do script para iludir os incautos e conquistar as Forças Armadas, e que a índole daquela criatura não havia mudado, malgrado a recauchutagem cosmética, os sorrisos adocicados e o choro emocionado ao referir-se ao seu passado, do qual reafirmou em discurso não só não se arrepender como se orgulhar.
E como na China comunista, que utilizada dois sistemas (capitalista para o exterior e ditadura comunista férrea internamente), dona Dilma finge governar democraticamente, enquanto segue dando continuidade aos projetos revanchistas e de implantação do comunismo do governo anterior do qual é cria e mentora ao mesmo tempo.

Sua primeira viagem foi à vizinha Argentina, governada por uma desequilibrada de passado terrorista, e lá reuniu-se - a pedido - com o que há de pior na espécie humana: as "Mães da Praça de Maio", comandadas pela terrorista Hebe de Bonafini. Sobre o encontro entre Cristina e Dilma, disse Bonafini: "São duas mulheres revolucionárias que lutaram junto com nossos filhos e chegaram a presidentes".


A imprensa bajuladora dava, já na primeira semana de governo, um índice de aprovação tão irreal quanto a apoteótica eleição que deu o comando do país a uma mulher até então desconhecida da quase totalidade dos brasileiros. Os elogios seguem, ora porque ela é "comedida" em aparições e falas, ora por sua "austeridade" no trato com a coisa pública.

Mas, por baixo dos panos, essa "austeridade" se traduz em corte de mais de 8 bilhões para as Forças Armadas e cargos para os derrotados nas urnas. É o caso de Maria do Rosário, agora ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos. Em entrevista concedida na Argentina durante esta visita, Maria do Rosário prometeu impulsionar o projeto da "Comissão da Verdade" cujo objetivo é, claramente, oficializar a nova história do Brasil contada na versão dos que praticando atos de terrorismo e quiseram implantar na marra um regime comunista em nosso país. Segundo Maria do Rosário, "é mais do que chegada a hora do país prestar esclarecimentos sobre a violação dos direitos humanos ocorridos nesta época", mas nem de longe ocorre a esta arrogante comunista revelar os "justiçamentos" praticados por seus camaradas no mesmo período. Maria do Rosário disse ainda que a Argentina é "um exemplo a emular" - referindo-se ao fim da anistia e perseguição aos que combateram o terrorismo -, e que em relação ao "Plano Condor" Dilma tem um "compromisso especial", porque "é essencial que se esclareçam as circunstâncias do plano terrorista estatal e tornem público as conexões das ditaduras sul-americanas".

No início do mês de fevereiro outro fato insólito pôs nossos militares em situação vexaminosa. O Brasil cedeu dois helicópteros e militares da FAB para fazer o resgate de 5 seqüestrados das FARC. 


Houve muita indignação na Colômbia porque esta ajuda foi entendida como apoio e cumplicidade com o bando terrorista, uma vez que um dos aviões levando a porta-voz das FARC, Piedad Córdoba, fez um vôo não previsto e cujo destino e passageiros nunca foram revelados. Lá, todo mundo conhece o passado terrorista da presidente brasileira e essa "ajuda" foi absolutamente repudiada, porque por trás do circo midiático estava o desejo inconfessado de reconhecer as "bondades" das FARC e livrá-las do rótulo de terroristas.

E para culminar, o Exército anunciou o cancelamento do patrocínio que oferecia ao "Jornal Inconfidência", através da POUPEX, porque ele não tem medo de denunciar que caminhamos para um governo comunista. Isto é lamentável e vergonhoso, e mais ainda porque, os que assim procederam, não percebem que estão alimentando a própria derrocada final.




(Graça Salgueiro - Artigo escrito para o jornal Inconfidência, de Minas Gerais)