domingo, 27 de fevereiro de 2011

Toponímia bajulatória ou insensatez no ocaso de um presidente em ano eleitoral

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2010 não foi um ano atípico em que pese o desastre provocado pela inépcia presidencial quando custeou de forma lesiva e abusiva, imoral e ilegalmente, a campanha eleitoral da presidente Dilma Rousseff, como objeto de autoafirmação pessoal e política partidária. Misturou alhos aos bugalhos. As comportas do erário foram escancaradas sem qualquer critério justo ou racional. Em tempo de circo tripudiante da dignidade humana não poderia faltar o pão. Não faltou. Nem o diabo aguentou amassar tanto joio sem trigo e entregou a governancia do inferno brasileiro para as hienas petistas e apaniguadas espalhadas aos quatro cantos das lindes nacionais. 
A cooptação generalizada funcionou as mil maravilhas. Dinheiro escorreu para os bolsos dos ministros, governadores e prefeitos da quadrilha presidencial. Nunca se viu tanta desfaçatez no Brasil, quiçá, no mundo. Agora chegou a conta. São mais de 30 bilhões de reais, dos quais o govêrno honrou no primeiro mês (janeiro 2011), 3,4 bilhões. Parcela tirada da conta de investimentos e custeio que minam a saúde, educação, cultura e tecnologia e também o famigerado PAC.
José Serra pulou uma fogueira imensurável. Tivesse sido eleito e seus ministros anunciassem um plano de contingenciamento dessa ordem, às revoluções que ora acontecem pelo mundo, somar-se-ia a brasileira. Lula, Dilma e companhia, como é de seu feitio, arregimentariam e regeriam multidões que investiriam contra o novo governo serrista a fim de destituí-lo. Povo esse que não acreditaria em uma vírgula do que fosse anunciado como herança maldita e impagável dos desmandos de duas desgraçadas administrações lulo-petista no período de oito anos da tomada do poder pelo irascível endeusado e ousado sacripanta nascido da única mulher que nasceu analfabeta no mundo. 

(Frei Convento - http://freiconvento.wordpress.com/2011/02/27/toponimia-bajulatoria-ou-insensatez-ocaso-de-um-presidente-em-ano-eleitoral)