sábado, 27 de março de 2010

Inteligência Emocional

.


Algumas definições de Inteligência Emocional

“A vida é uma comédia para os que pensam e uma tragédia para os que sentem.” Horace Walpole

“Inteligência Emocional é a habilidade de perceber emoções; acessar e gerar emoções para auxiliar os pensamentos; entender emoções e efetivamente regular emoções para promover o crescimento intelectual e emocional”
Mayer e Salovey, 1997

E o que isso quer dizer?

Nossos sentimentos (raiva, medo, tristeza, alegria, ........) influênciam nosso processo mental (pensamentos, idéias, percepções, julgamentos, suposições, interpretações, .......) que geram um comportamento e/ou reações fisiológicas (gritar, evitar, agredir, se calar, tremores, transpiração, palpitação, ......).

Quando desenvolvemos determinadas capacidades para identificar nossas emoções e as dos outros, conseguimos ter um comportamento mais adequado e assertivo, porque nosso processo mental é capaz de identificar emoções envolvidas, avaliando o todo e não as partes.

Claro que não é tão simples assim, temos pensamentos automáticos que surgem a partir dos fatos, porém não os identificamos, sabemos que existem devido as nossas reações.

Os pensamentos automáticos se originam de idéias gerais que desenvolvemos à respeito de coisas e pessoas, formando crenças, pressupostos e regras.

Há também as crenças nucleares que representam um nível mais profundo do processo mental, elas podem ser egóicas (eu devo, eu tenho); relacionais (os outros tem quê, os outros deveriam); ambientais (as condições sob as quais eu vivo devem ser, as condições sob as quais eu vivo têm que ser).

Portanto identificar nossas crenças pode ser um começo para podermos entender melhor nossas reações diante de fatos, pessoas ou da vida.

Conhecer nossas crenças e desconstruí-las não é fácil, mas é importante para melhorarmos nossa qualidade de vida.

Seja sempre realista, os fatos, as pessoas e o mundo não irão mudar. Mas o que pode mudar é a sua percepção diante de tudo, sofrendo menos, ou seja, nunca estaremos completamente imunes.


(Lucy Maira Arantes - Psicóloga e Coach - www.cdpep.com.br)